Introdução
A busca por suplementos capazes de «equilibrar os hormônios» e aumentar a libido cresceu nos últimos anos. Produtos comercializados para homens e mulheres garantem elevar testosterona, melhorar o desejo sexual, ampliar a energia, eliminar o estresse e colaborar o funcionamento. Todavia, a relação entre nutrição, hormônios e sexualidade é complexa. A libido não depende de um único hormônio ou de uma única vitamina: ela é influenciada por sono, saúde mental, relacionamento, medicamentos, doenças crônicas, circulação sanguínea, dor, menopausa, gravidez, envelhecimento e fato social.
Este post oferece uma análise observacional das substâncias mais frequentemente consideradas por endocrinologistas, ginecologistas, urologistas e nutricionistas quando existe suspeita de deficiência nutricional ou de baixa libido associada a mudanças metabólicas. O objetivo não é apresentar automedicação, mas organizar o que se sabe a respeito de cada suplemento, suas limitações e os cuidados necessários.
Em geral, especialistas não recomendam iniciar inmensuráveis produtos ao mesmo tempo. A conduta mais segura é investigar a circunstância da redução do desejo, avaliar exames quando indicados e endireitar deficiências comprovadas. Um suplemento podes ser útil no momento em que existe carência real, todavia tende a produzir pouco efeito no momento em que utilizado sem necessidade.
Como os especialistas avaliam a baixa libido
Antes de debater suplementos, os profissionais costumam investigar quando a dificuldade começou, se é persistente e se circunstância desgosto. Bem como avaliam o emprego de antidepressivos, anticoncepcionais, opioides, medicamentos pra pressão arterial e outras substâncias que são capazes de interferir na atividade sexual.
Entre as causas médicas estão hipotireoidismo, diabetes, obesidade, síndrome dos ovários policísticos, hiperprolactinemia, anemia, deficiência de ferro, doença renal, doenças cardiovasculares e mudanças da menopausa. Nos homens, a deficiência de testosterona precisa ser confirmada por sintomas compatíveis e por exames efetuados adequadamente, normalmente em mais de uma ocasião. Nas mulheres, não existe um único diagnóstico qualificado de explicar toda a variação do desejo sexual.
A avaliação bem como podes incluir sono insuficiente, apneia do sono, amargura, depressão, estresse crônico, conflitos no relacionamento e experiências de agonia no decorrer da conexão. Nesses casos, suplementos isolados raramente escolhem a causa principal. O tratamento poderá envolver psicoterapia, terapia sexual, ajustes de remédios, atividade física, lubrificação, tratamento hormonal prescrito ou controle de doenças de apoio.
Vitamina D
A vitamina D é um dos suplementos mais mencionados quando o conteúdo é equilíbrio hormonal. Ela participa do metabolismo ósseo, da atividade muscular e da regulação do sistema imunológico. Alguns estudos observacionais encontraram liga entre níveis baixos de vitamina D e pior atividade sexual, pequeno testosterona ou maior regularidade de disfunção erétil. No entanto, agregação não significa que a deficiência seja a circunstância direta da baixa libido.
Especialistas tendem a recomendar reposição quando há deficiência confirmada ou alto risco de deficiência, como pouca apresentação solar, pele mais escura, obesidade, idade avançada ou definidas doenças intestinais. A reposição podes aprimorar a saúde geral, mas não tem que ser apresentada como estimulante sexual universal.
Doses elevadas por tempo duradouro conseguem causar hipercalcemia, náuseas, fraqueza, cálculo renal e alterações cardíacas. Assim sendo, o maravilhoso é interpretar a dosagem de 25-hidroxivitamina D com um profissional. A suplementação tem que considerar alimentação, exposição solar, atividade renal, medicamentos e histórico de cálculos.
Zinco
O zinco é interessante para a realização de proteínas, a imunidade, a cicatrização e a função reprodutiva. A deficiência delicado podes prejudicar a produção de testosterona e a característica do esperma. Por este motivo, o mineral aparece com frequência em fórmulas voltadas à libido masculina.
Não obstante, em pessoas que consomem zinco suficiente, acrescentar a dose não costuma elevar a testosterona de maneira significativa. A suplementação poderá ser mais justificável em indivíduos com dieta muito restritiva, alcoolismo, doenças intestinais, operação bariátrica ou deficiência laboratorial. Vegetarianos e veganos bem como conseguem necessitar de atenção, embora uma alimentação planejada geralmente consiga fornecer o mineral.
O exagero de zinco podes causar náusea, agonia abdominal, redução do colesterol HDL e deficiência de cobre. Assim como podes interferir pela absorção de alguns antibióticos. Especialistas costumam desencorajar o uso duradouro de doses altas sem acompanhamento. Ao invés escolher a superior dose anunciada no rótulo, é preciso achar a ingestão total proveniente da dieta e de outros produtos.
Magnésio
O magnésio participa de centenas de reações metabólicas, incluindo realização de energia, funcionamento muscular e regulação do sistema nervoso. Tua deficiência pode estar associada a fadiga, cãibras, irritabilidade e piora do sono, fatores que indiretamente cortam a vontade sexual.
A evidência específica pra acrescentamento da libido é limitada. Ainda desta maneira, profissionais são capazes de julgar a suplementação em pessoas com ingestão insuficiente, perda gastrointestinal, emprego de determinados diuréticos ou deficiência comprovada. O privilégio podes desenrolar-se por aperfeiçoar o sono, o estresse ou a insistência, e não necessariamente por modificar diretamente os hormônios sexuais.
As maneiras mais bem toleradas, como citrato, glicinato ou malato, são capazes de ser preferidas em muitas circunstâncias, mas a seleção depende do propósito e da atividade renal. Doses excessivas frequentemente provocam diarreia. Pessoas com doença renal necessitam impossibilitar a suplementação sem orientação, uma vez que são capazes de acumular magnésio no sangue.
Ferro e vitamina B12
Ferro e vitamina B12 não são estimulantes da libido, porém suas deficiências conseguem causar anemia, cansaço, ausência de ar, queda de concentração e redução do interesse sexual. Mulheres com menstruação intensa, gestantes, pessoas que fizeram cirurgia bariátrica e indivíduos com dietas restritivas estão entre os grupos que merecem avaliação especial.
O ferro só precisa ser suplementado no momento em que há indicação clínica ou laboratorial, em razão de o excesso poderá causar toxicidade e sobrecarga de ferro. A investigação costuma julgar hemograma, ferritina e outros marcadores, dependendo do caso. Uma ferritina baixa podes colaborar para fadiga inclusive até quando a hemoglobina ainda está normal, todavia a visão depende do tema inflamatório.
A vitamina B12 é de forma especial considerável pra veganos, idosos e pessoas que usam metformina ou medicamentos que eliminam a acidez gástrica. Arrumar a deficiência pode aperfeiçoar energia e bem-estar, entretanto não significa que a vitamina aumentará diretamente a vontade em pessoas sem carência.
Ômega-três
O ômega-3, encontrado em peixes e em suplementos de óleo de peixe ou algas, é associado à saúde cardiovascular e à redução de triglicerídeos. Como a atividade erétil depende da circulação e a atividade sexual é influenciada pela saúde vascular, uma dieta adequada em ômega-3 poderá colaborar indiretamente para a função sexual.
Contudo, não há evidência consistente de que o ômega-3, isoladamente, aumente a libido ou normalize hormônios sexuais. Ele poderá ser considerado quando a pessoa não consome peixes e expõe indicação nutricional ou cardiovascular. Pessoas que fazem uso anticoagulantes ou que serão submetidas a cirurgias precisam conversar com o médico, principalmente em doses altas.
A alimentação costuma ser a primeira estratégia: peixes como sardinha e salmão, consumidos de modo equilibrada, e também nozes, sementes e óleos vegetais. Suplementos devem ser escolhidos levando em conta concentração de EPA e DHA, característica do artefato e possível contaminação.
Maca peruana
A maca, ou Lepidium meyenii, é tradicionalmente usada para energia, fertilidade e sexualidade. Menores estudos sugerem possível melhoria do desejo em outras pessoas, inclusive em mulheres na menopausa ou em indivíduos que apresentam redução da libido associada ao exercício de antidepressivos. No entanto, os estudos são normalmente pequenos, têm duração curta e utilizam preparações diferentes.
A maca não demonstrou, de forma firme, acrescentar testosterona ou estrogênio. Seu possível efeito podes estar relacionado a bem-estar, humor ou clareza de energia. A propriedade dos produtos também varia, e vários não informam obviamente a quantidade de compostos ativos.
Pessoas com doenças da tireoide, gestantes, lactantes ou indivíduos que fazem uso incalculáveis medicamentos precisam procurar orientação antes do exercício. A maca talvez seja considerada experimental, e não uma substituta pra investigação médica.
Ginseng e açafrão
O ginseng, de forma especial o ginseng vermelho coreano, foi estudado em relação à função erétil e à impressão de energia. Alguns ensaios sugerem privilégio modesto pra homens com disfunção erétil, no entanto os resultados não são uniformes. O equipamento não parece ser simplesmente um acrescentamento da testosterona. Conseguem haver efeitos sobre isto circulação, fadiga e resposta fisiológica.
O ginseng podes causar insônia, dor de cabeça, modificações gastrointestinais e modificações pela glicemia. Bem como pode interagir com anticoagulantes, remédios para diabetes e outros medicamentos.
O açafrão, denominado como Crocus sativus, foi investigado pra humor, sintomas depressivos e disfunção sexual associada a alguns antidepressivos. Estudos preliminares sinalizam possível melhoria do desejo ou da excitação em certos grupos, no entanto ainda não existe base bastante pra recomendação ampla. Doses altas conseguem ser perigosas, e a planta não tem que ser confundida com cúrcuma.
Ashwagandha
A ashwagandha, também chamada Withania somnifera, é promovida para suprimir estresse, aperfeiçoar o sono e acrescentar a vitalidade. Alguns estudos menores observaram mudanças em estresse percebido, bem-estar e, em acordados homens, parâmetros de testosterona ou fertilidade. Entretanto, os resultados ainda são preliminares e os produtos estudados não são obrigatoriamente idênticos aos acessíveis no comércio.
A possível diminuição do estresse podes aperfeiçoar a libido de maneira indireta. Isto não significa que a ashwagandha seja apropriada para todos. Há relatos de lesão hepática, desconforto gastrointestinal e alterações da tireoide. Pessoas com doença hepática, hipertireoidismo, doenças autoimunes, gravidez ou emprego de sedativos devem impedir o uso sem avaliação profissional.
Tribulus terrestris e produtos «pró-testosterona»
O tribulus é um dos ingredientes mais comuns em produtos pra acrescentamento de testosterona. Apesar da popularidade, estudos controlados geralmente não demonstram aumento firme da testosterona em homens saudáveis. Muitas pesquisas sinalizam possível efeito limitado a respeito de desejo ou atividade erétil, no entanto a propriedade das evidências é baixa.
O mesmo cuidado se aplica a fórmulas que combinam tribulus, feno-grego, boro, tongkat ali, D-aspartato e outros ingredientes. A união pode dificultar a identificação do que de fato produz efeito e ampliar o traço de interações. Produtos vendidos como «testosterone boosters» assim como conseguem conter doses não declaradas ou substâncias adulterantes.
No momento em que existe testosterona baixa confirmada, o tratamento não deve ser substituído por suplementos. A reposição hormonal, quando indicada, exige diagnóstico, acompanhamento e avaliação dos riscos reprodutivos, cardiovasculares e prostáticos.
DHEA e hormônios vendidos como suplementos
A deidroepiandrosterona, ou DHEA, é um hormônio produzido pelas glândulas adrenais. Em alguns países é vendida como suplemento, mas teu uso não é inofensivo. Estudos sobre isto libido apresentam resultados inconsistentes, e os efeitos conseguem diversificar entre homens e mulheres.
A DHEA poderá causar acne, queda de cabelo, acrescentamento de pelos, transformações de humor, irregularidade menstrual e transformações no perfil hormonal. Também poderá ser inadequada para pessoas com histórico de câncer de mama, próstata ou outros tumores sensíveis a hormônios. Por não ser uma descomplicado vitamina, tua utilização tem que ser discutida com endocrinologista ou outro médico habilitado. Em vários casos, não é recomendada fora de indicações específicas.
Diferenças entre homens e mulheres
Nos homens, a baixa libido pode estar relacionada a deficiência de testosterona, disfunção erétil, depressão, obesidade, apneia do sono ou emprego de remédios. Rever obesidade, dormir melhor, fazer atividade física e controlar diabetes e pressão nas artérias frequentemente dá mais privilégio do que um suplemento isolado.
Nas mulheres, o desejo é particularmente sensível a estresse, dor, secura vaginal, pós-parto, menopausa, anticoncepcionais, antidepressivos e execução do relacionamento. Deficiências de ferro, vitamina D ou B12 são capazes de favorecer para fadiga, contudo não explicam todos os casos. No momento em que há dor ou secura associada à menopausa, a avaliação ginecológica podes ser mais pertinente do que a compra de produtos naturais.
A chamada «queda hormonal» não necessita ser presumida apenas na diminuição do desejo. Exames devem ser solicitados e interpretados de acordo com sintomas, idade, tempo menstrual, uso de contraceptivos e condições clínicas.
Propriedade, segurança e regulação
No Brasil, suplementos alimentares necessitam acompanhar regras sanitárias, no entanto isso não significa que todos tenham efetividade comprovada para libido. A existência de um artefato nas prateleiras não garante que ele tenha sido testado em ensaios clínicos robustos. É essencial desconfiar de possibilidades como «aumenta a testosterona em poucos dias», «cura impotência» ou «substitui terapia hormonal».
O freguês necessita investigar registro ou regularização no momento em que aplicável, fabricante, lote, validade, constituição e recomendações de exercício. Produtos importados adquiridos pela internet conseguem mostrar ingredientes não declarados. Medicamentos para disfunção erétil já foram encontrados em produtos anunciados como naturais, construindo riscos primordiais para que pessoas usa nitratos ou instituídos medicamentos cardiovasculares.
A comunicação com o médico e o nutricionista deve incluir todos os produtos utilizados, inclusive chás, fórmulas manipuladas e substâncias para academia. Interações podem suceder mesmo com produtos Quais tratamentos naturais e hormonais são recomendados para a baixa libido? – Indo nesta página,.
Conclusão
As substâncias mais frequentemente consideradas por especialistas para apoiar saúde hormonal e libido são vitamina D, zinco, magnésio, ferro, vitamina B12 e ômega-3, principalmente quando existe deficiência ou ingestão inadequada. Maca, ginseng, açafrão e ashwagandha possuem evidências preliminares pra alguns estilos da função sexual, do estresse ou do bem-estar, mas seus efeitos são variáveis e não justificam perspectivas generalizadas. Tribulus, fórmulas «pró-testosterona» e DHEA exigem cautela especial devido à baixa consistência dos resultados e ao potencial de efeitos adversos.
A conclusão mais essencial da literatura observacional é que rever deficiências pode auxiliar energia, humor e saúde geral, entretanto libido não é sinônimo de nível hormonal. Sono adequado, atividade física, alimentação equilibrada, controle de doenças, redução do estresse e tratamento de fatores emocionais ou relacionais costumam ser componentes fundamentais.
Deste jeito, a abordagem mais segura é investigar a circunstância da queixa antes de escolher um suplemento. A reposição precisa ser direcionada, com dose e duração adequadas, acompanhamento de possíveis interações e nova avaliação dos resultados. Quando a redução do desejo é persistente, circunstância sofrimento ou aparece próximo a dor, transformações menstruais, disfunção erétil, cansaço vigoroso ou mudanças de humor, a avaliação médica é mais recomendável do que a automedicação.